
Presidente do PT inflama conflito entre Brasil-Israel
Gleisi Hoffmann chamou primeiro-ministro israelense de ‘fascista’.



Gleisi Hoffmann chamou primeiro-ministro israelense de ‘fascista’.

Ministro das Relações Exteriores de Israel classificou a fala de Lula como ‘promíscua’ e ‘delirante’, além de uma ‘vergonha para o Brasil’.

Das 171 assinaturas necessárias, 113 já constam em documento reunido pela oposição.

Um levantamento realizado pelo instituto Real Time Big Data divulgado nesta segunda-feira (19) indica que 83% dos entrevistados discordam da declaração do presidente Luiz Inácio

Presidente brasileiro comparou as mortes de palestinos em Gaza à matança de judeus na 2ª guerra

Em meio ao discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo (18), durante agenda na África, quando comparou a guerra provocada por Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto, a reação da oposição no país foi imediata. Na Câmara, parlamentares começaram a se movimentar para pressionar pela abertura de um processo de impeachment.

Após ter o embaixador em Tel-Aviv repreendido pelo governo de Netanyahu, Lula convocou de volta seu diplomata ao Brasil e chamou Daniel Zonshine, embaixador israelense no país, ao Palácio do Itamaraty para uma reunião. “Princípio da reciprocidade”, disse Charles Pennaforte, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, convocou Daniel Zonshine, embaixador israelense no Brasil, para uma reunião ainda nesta segunda-feira (19), no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro.

Medida é tomada na esteira da declaração dada pelo ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, que classificou Lula como “persona non grata” em Israel por conta da declaração do presidente comparando a ofensiva israelense em Gaza ao Holocausto.

O grupo extremista Hamas, que controla a Faixa de Gaza e está em guerra com Israel, agradeceu a declaração do presidente Lula, que comparou os ataques israelenses