
Por que os EUA podem desejar uma guerra contra a China?
Previsões americanas sobre uma futura guerra com a China têm como pano de fundo a preocupação dos Estados Unidos com a perda de sua hegemonia no sistema internacional.

Previsões americanas sobre uma futura guerra com a China têm como pano de fundo a preocupação dos Estados Unidos com a perda de sua hegemonia no sistema internacional.

Os Estados Unidos não estão preparados para um conflito com superpotências mundiais como a Rússia e China, aponta observador Michael Gordon em um artigo no The Wall Street Journal.

Especula-se que Moscou possa usar armamentos chineses contra a Ucrânia. Mas Pequim quer entregá-los? EUA se dizem preocupados e vigilantes – mas até agora não há indícios práticos de envio de armas letais.

É a segunda tentativa para elaborar uma nova Carta Magna, após os distúrbios sociais de 2019 e um projeto rejeitado em 2022. Desta vez, partidos estão mais envolvidos e modelo busca favorecer consensos.

Responsável por até 70% da água que chega em polo vital de geração hidrelétrica do país, Floresta Amazônica abriga soluções para instabilidades e falhas no abastecimento.

Ao suspender a participação russa no acordo Novo Start, o presidente russo, Vladimir Putin, notou a necessidade de controlar os arsenais nucleares de França e Reino Unido. A Sputnik Brasil conversou com especialistas militares para saber se os EUA querem trazer seus aliados para a mesa de negociações e se sobraria uma cadeira para a China.

O fundo de ajuda internacional para a Ucrânia liderado pelo Reino Unido está operando com atrasos e o novo pacote de ajuda militar pode não chegar ao país até o verão europeu, informa o jornal Guardian.

Mensagem foi divulgada hoje depois de encontro entre os ministros dos dois países

Guerra na Ucrânia foi tema central de discurso do líder alemão ao Parlamento do país. Chanceler federal criticou imperialismo de Putin e disse que “amor à paz” não significa submissão a vizinho maior.

Dificuldade dos EUA em angariar apoio da América Latina em suas investidas geopolíticas não vem de hoje e revela desconfiança da região em relação ao seu vizinho do norte. Para analistas, Guerra das Malvinas foi o ponto de virada que enterrou confiança da região nos EUA.