
Lira do petrolão versus Lira 2023: o retrato do país da impunidade
O presidente da Câmara, que agora põe o governo de joelhos, só ampliou seu poder desde que foi pilhado nos desvios bilionários da Petrobras


O presidente da Câmara, que agora põe o governo de joelhos, só ampliou seu poder desde que foi pilhado nos desvios bilionários da Petrobras

Brasil tenta retomar liderança regional e obter ganhos econômicos com cúpula de líderes em Brasília. Para analista ouvida pela Sputnik Brasil, recepção de presidentes sul-americanos já é uma vitória diplomática para Lula, que acerta ao reatar com Maduro.

Recente visita de Celso Amorim a Kiev e nomeação de novo embaixador ucraniano para o Brasil apontavam para um ano de renovação nas relações entre Brasil e Ucrânia. Saiba como ausência de Zelensky em encontro marcado com Lula pode afetar a retomada do diálogo entre Brasília e Kiev.

Com o fim da União Soviética em 1991, as relações políticas entre os Estados Unidos e a Rússia adquiriram um tom de relativa “cooperação”.

Do deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), sobre os tempos sombrios que estamos vivendo com os “inquéritos do fim do mundo” e o

A globalização cultural, enquanto fenômeno liderado (principalmente) pelos Estados Unidos, afeta a América Latina – e o Brasil em particular – com inegável força.

Lula, o PT e a esquerda têm de segurar o Brasil na miséria, na ignorância e no atraso; ou é desse jeito, ou não existem. É daí que vêm os votos que lhes permitem estar no governo

O desenvolvimento da cooperação entre o BRICS e os Emirados Árabes Unidos (EAU) foi discutido pelo presidente brasileiro, Lula da Silva, com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, o sheik Mohamed bin Zayed Al Nahyan, conforme referido na declaração conjunta após a visita do presidente do Brasil a Abu Dhabi em 15 de abril.

Estimativas do Fundo Monetário Internacional indicam que a contribuição do BRICS para o PIB mundial em termos de paridade do poder de compra será de mais de 50% em 2030. Em 2020, a contribuição do grupo já era de 31,5%, contra 30% dos países do G7, eclipsando, portanto, as principais potências ocidentais.

A diplomacia brasileira tem apresentado alguns sinais mistos quanto ao tratamento dado ao conflito na Ucrânia.