O CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, fez um alerta duro sobre o futuro da economia brasileira: a empresa trabalha com a perspectiva de que 2027 será ainda pior do que 2026.
“Não trabalhamos com melhora no cenário macro. Consideramos que 2027 será pior que 2026”, afirmou o executivo durante uma conferência com analistas. Segundo Franklin, o endividamento dos brasileiros deve continuar elevado e as condições de crédito podem se deteriorar ainda mais.
A declaração surge em um momento dramático para uma das maiores redes varejistas do país. A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial, fechou 298 lojas e atravessa uma sequência de prejuízos bilionários. Somente no segundo trimestre de 2026, a companhia registrou prejuízo líquido superior a R$ 10 bilhões.
A própria empresa apontou juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo entre os fatores que agravaram sua situação. Franklin também destacou que juros altos atingem diretamente a compra de bens duráveis, justamente um dos principais mercados da rede.
O alerta expõe o tamanho do desafio econômico que o Brasil carrega depois de anos de governo Lula. Com famílias endividadas, crédito caro e empresas reduzindo operações, o discurso oficial de crescimento encontra uma realidade muito mais dura nas lojas, nas empresas e no bolso do consumidor.
Quando o presidente de uma das maiores varejistas do país já precisa preparar sua empresa para um 2027 pior, o sinal de alerta deixa de ser apenas empresarial. É o retrato de uma economia que chega ao fim do atual ciclo de governo pressionada por juros altos, endividamento e consumo enfraquecido.O CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, fez um alerta duro sobre o futuro da economia brasileira: a empresa trabalha com a perspectiva de que 2027 será ainda pior do que 2026.
“Não trabalhamos com melhora no cenário macro. Consideramos que 2027 será pior que 2026”, afirmou o executivo durante uma conferência com analistas. Segundo Franklin, o endividamento dos brasileiros deve continuar elevado e as condições de crédito podem se deteriorar ainda mais.
A declaração surge em um momento dramático para uma das maiores redes varejistas do país. A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial, fechou 298 lojas e atravessa uma sequência de prejuízos bilionários. Somente no segundo trimestre de 2026, a companhia registrou prejuízo líquido superior a R$ 10 bilhões.
A própria empresa apontou juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo entre os fatores que agravaram sua situação. Franklin também destacou que juros altos atingem diretamente a compra de bens duráveis, justamente um dos principais mercados da rede.
O alerta expõe o tamanho do desafio econômico que o Brasil carrega depois de anos de governo Lula. Com famílias endividadas, crédito caro e empresas reduzindo operações, o discurso oficial de crescimento encontra uma realidade muito mais dura nas lojas, nas empresas e no bolso do consumidor.
Quando o presidente de uma das maiores varejistas do país já precisa preparar sua empresa para um 2027 pior, o sinal de alerta deixa de ser apenas empresarial. É o retrato de uma economia que chega ao fim do atual ciclo de governo pressionada por juros altos, endividamento e consumo enfraquecido.
