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Estados governados pela esquerda lideram analfabetismo e violência

Com o PT há anos no comando em estados como Bahia, Ceará e Piauí, os números revelam o custo de décadas de gestão de esquerda: analfabetismo alto e violência em patamar alarmante.

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Os dados mais recentes expõem um retrato que incomoda — e que o eleitor não deveria normalizar. Na educação, a PNAD Contínua (IBGE) mostra que, em 2024, as maiores taxas de analfabetismo do país aparecem em Alagoas (14,3%), Piauí (13,8%), Paraíba (12,8%), Ceará (11,7%) e Maranhão (11,4%). E quando se olha para a política, parte desse “topo” está justamente em estados onde a esquerda virou hegemonia: a Bahia é governada pelo PT desde 2007, e o Piauí passou a maior parte do período desde 2003 sob governos petistas, com intervalos curtos. No Ceará, o PT assumiu o Executivo estadual com Camilo Santana (2015–2022) e segue com Elmano de Freitas (desde 2023).

Na segurança pública, o cenário é ainda mais duro. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 (dados de 2024) coloca no topo das Mortes Violentas Intencionais (MVI) por 100 mil habitantes: Amapá (45,1), Bahia (40,6), Ceará (37,5), Pernambuco (36,2) e Alagoas (35,4). Ou seja: Bahia e Ceará — ambos sob o PT — aparecem entre os estados mais violentos do Brasil, e a Bahia ainda figura entre as maiores taxas de analfabetismo (9,7%).

O saldo, portanto, é político e mensurável. Em estados onde a esquerda — e, em casos centrais, o PT — ocupa o comando há anos (e, em alguns períodos, por décadas), os indicadores mais sensíveis do básico continuam entre os piores do país: analfabetismo elevado e violência letal em patamar alarmante. Não é um tropeço pontual, mas a repetição de um padrão sob gestões que prometeram “prioridade social” e entregaram atraso, baixa qualidade educacional e perda de controle territorial. A consequência está aí: estados atrasados, abandonados, com taxa de analfabetismo alta e violência elevada. A lição que fica, à luz dos números, é dura: onde a esquerda se perpetua no poder, a deterioração deixa de ser risco e vira resultado — e quem paga a conta é a população.