Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para proteger a COP30 em Belém, o Rio de Janeiro viveu dias de terror sem qualquer apoio federal.
Na última semana de outubro, mais de 2,5 mil agentes enfrentaram o Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão. Quatro policiais foram mortos, criminosos usaram drones em combate e as imagens lembraram um cenário de guerra — com barricadas, explosões e dezenas de corpos nas ruas.
Mesmo diante da escalada de violência, o Palácio do Planalto preferiu o silêncio. O governador Cláudio Castro criticou a falta de apoio e afirmou que o Rio “luta sozinho”.
Agora, enquanto Belém receberá tropas federais para proteger chefes de Estado estrangeiros, o Rio segue abandonado — entregue às facções que transformaram a cidade em um campo de batalha.

