Opinião | A América do Sul mudou de cor. Depois de anos em que a esquerda dominou o continente, o mapa político passou por uma virada expressiva, com partidos e lideranças de direita ganhando espaço em vários países da região.
Argentina, Paraguai, Equador, Chile, Bolívia, Peru e Colômbia aparecem agora dentro de uma nova onda conservadora que varreu boa parte do continente. O que antes era chamado de “onda vermelha” deu lugar a uma reação popular contra governos de esquerda, marcados por crise econômica, insegurança, desgaste político e rejeição crescente da população.
Nesse novo cenário, Lula fica cada vez mais isolado na América do Sul. Enquanto países vizinhos caminham para a direita, o Brasil permanece como um dos últimos grandes redutos da esquerda no continente.
A mensagem política é clara: a esquerda perdeu força, perdeu narrativa e perdeu território. O continente mudou, e Lula agora governa cercado por uma América do Sul que já não segue mais o mesmo caminho ideológico de Brasília.

