Uma reportagem publicada pelo portal É O MUNDO ganhou repercussão nacional nesta semana ao ser compartilhada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em sua conta oficial na rede social X (antigo Twitter). O parlamentar destacou a manchete alarmante: “Informação vaza e revela que ‘Moraes vai mandar prender Eduardo Bolsonaro’”, e questionou: “Quem ainda defende DIÁLOGO, vai defender que tarifas se respondem com prisão?”
Quem ainda defende DIÁLOGO, vai defender que tarifas se respondem com prisão? pic.twitter.com/tfxVVU7fCP
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) July 12, 2025
A postagem causou enorme mobilização nas redes sociais, ultrapassando 11 mil curtidas e gerando milhares de comentários, compartilhamentos e reações de apoiadores, opositores e jornalistas. Em questão de horas, o tema se tornou um dos mais discutidos do dia, colocando o portal É O MUNDO no centro do debate político nacional.
A repercussão mostra a força da imprensa independente e a relevância de veículos que ousam publicar conteúdos que grandes mídias muitas vezes evitam. A matéria, que abordava supostos bastidores envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o deputado, lançou luz sobre um clima de tensão crescente entre o Judiciário e a ala bolsonarista — especialmente após as recentes declarações de Donald Trump sobre o Brasil e os pedidos de anistia feitos por aliados de Bolsonaro.
40 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES
Além do alcance na rede social X, o portal É O MUNDO também ultrapassou a impressionante marca de 42 milhões de visualizações apenas no Instagram, com mais de 19 milhões de contas alcançadas, sendo quase 90% de pessoas que ainda não seguiam o perfil — um crescimento de mais de 640% em alcance. Esses números consolidam o veículo como um dos maiores fenômenos de mídia alternativa do país neste momento.

Com base em Mato Grosso do Sul, o É O MUNDO deixa de ser apenas um canal regional e se estabelece como um veículo jornalístico de repercussão nacional, com conteúdo que desafia o discurso único e coloca em pauta temas de forte apelo social, político e institucional.
Em tempos de censura, lawfare e polarização, o É O MUNDO prova que o jornalismo independente, quando bem feito e conectado com a sociedade, pode sim competir com os grandes grupos de comunicação — e mais do que isso, pode pautar o debate público em nível nacional.

