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O teatro de fake news do Teatrine TV e outros crimes

O site TeatrineTV, do blogueiro Tero Queiroz, está sendo processado pela produtora três-lagoense Georgois Artes LTDA pela publicação de fake news, injúria, difamação e calúnia.

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Duas outras pessoas estão sendo processadas e investigadas por associação com Eleuterio Queiroz nesses mesmos crimes: a atriz de teatro Ligia Tristão Prieto (que deve ser investigada por mau uso de recursos públicos pelo pagamento a Tero Queiroz para a publicação da matéria contra a Georgois Artes, utilizando-se de verbas da Lei Paulo Gustavo do município de Campo Grande, que deveriam ser destinadas à produção cultural) e a também atriz Nadja Mitidiero (que já está sendo processada pela Prefeitura de Campo Grande por mau uso de recursos públicos, após ter recebido verbas para a produção de um filme e ter entregue apenas um teaser; ela comprou um apartamento).

Tanto Ligia Prieto quanto Nadja Mitidiero eram concorrentes da Georgois Artes LTDA nos editais da Lei Paulo Gustavo do estado de Mato Grosso do Sul e perderam. O interesse, ao comprar a matéria de Tero Queiroz, seria prejudicar a produtora de Três Lagoas na concorrência pública, de forma que a Georgois Artes fosse removida do edital. Os três chegaram a manipular o Colegiado Audiovisual de MS com esse fim e até a realizar acusações contra a Fundação de Cultura e funcionários públicos estaduais. Por isso, alguns membros do Colegiado Audiovisual de MS também estão sendo convocados a prestar esclarecimentos.

Os documentos da produtora três-lagoense, contudo, foram re-verificados por grupos de trabalho do governo estadual e se encontram todos em ordem. Assim, as falsas denúncias, repetidas algumas vezes, não foram adiante “por não terem o mínimo embasamento”. Insatisfeito com a falta de resultado de suas fake news, o trio Tero, Ligia e Nadja foi à Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul criar escândalos algumas vezes. Há várias testemunhas.

“Ela enfiou o dedo na minha cara”, afirmou uma funcionária da Fundação, em anonimato, sobre as abordagens agressivas.

Mesmo assim, perderam. Agora, Eleuterio Queiroz, Ligia Tristão Prieto e Nadja Mitidiero podem ser condenados por denunciação caluniosa – cuja pena é reclusão de 2 a 8 anos e multa.

Os Oficiais de Justiça não conseguem encontrar Nadja Mitidiero para intimá-la, entretanto. Ela usou o mesmo endereço do processo movido contra ela pela prefeitura municipal, em que é ré, nos projetos que inscreveu nos editais da Lei Paulo Gustavo do estado. Isso tem levado a questionamentos a respeito de seu verdadeiro domicílio, e se mentiu nas inscrições.

Os escritórios à frente dos processos cíveis e criminais contra o trio são Fábio Trad Advogados Associados e SOC Advogados Associados. Tivemos acesso aos processos por não estarem sob segredo de Justiça.

A última prejudicada pelas fake news é a agência BEBOP Branding, dos sócios Ricardo Martin Neto e Juliana Morais. A agência agora corre o risco de perder alguns de seus principais clientes, como o Sicredi. A BEBOP Branding se posicionou publicamente contra a causa do Transtorno do Espectro Autista. Ocorre que essa é uma das causas sociais mais caras ao Sicredi em Mato Grosso do Sul.

Em tempos de fake news, uma mentira contada mil vezes vira verdade?