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Para a economia, Lula é pior que uma pandemia

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Durante a pandemia, mesmo sob enorme pressão global, o Brasil não quebrou. O governo Bolsonaro ampliou o auxílio emergencial, garantiu crédito às pequenas empresas, preservou cadeias produtivas e manteve setores estratégicos funcionando. O país enfrentou a maior crise sanitária do século, mas conseguiu reagir já em 2021 — havia base econômica para retomada.

Hoje, o risco não vem de um vírus, mas da política econômica de Lula. Sem pandemia, sem lockdown e com commodities ainda fortes, o que ameaça o Brasil é a combinação de gasto descontrolado, estatismo e improviso fiscal.

O rombo nas estatais explodiu: R$ 6,7 bilhões de déficit em 2024 e novo recorde em 2025. Os Correios sozinhos afundaram R$ 4,3 bilhões em seis meses — um símbolo de um Estado aparelhado e ineficiente. Empresas que deveriam gerar lucro viraram buracos negros de dinheiro público.

No fiscal, o quadro é dramático. A dívida deve subir mais de 10 pontos do PIB até 2026, podendo chegar perto de 98% do PIB em 2029, segundo projeções oficiais e do FMI — patamar típico de país pré-colapso. A Câmara alerta para risco real de colapso fiscal em 2027, e Simone Tebet já admitiu que o arcabouço “não se sustenta” depois desse ano.

E os juros refletem esse descontrole. Com inflação esperada em torno de 5%, a Selic atual — perto de 15% — resulta em juros reais próximos de 9% a 10%, segundo IMF, BBVA e análises de mercado. É uma das taxas reais mais altas do mundo, sinal claro de que o risco fiscal brasileiro está explodindo. Juros reais tão elevados travam investimentos, sufocam empresas e aumentam o custo da dívida pública.

Economistas como Alexandre Schwartsman falam em “crise contratada para 2027”. As despesas obrigatórias crescem sem limite, expulsando o dinheiro destinado a serviços essenciais e a investimentos mínimos — um caminho que nenhum país sustenta por muito tempo.

A pandemia paralisou o mundo inteiro, mas passou.
A crise atual é fabricada. É resultado direto das escolhas do governo.

Do ponto de vista das contas públicas, da confiança e das oportunidades de crescimento, a gestão Lula já se mostra pior que a pandemia que paralisou o planeta.