Durante viagens oficiais do presidente Lula, equipes da Polícia Federal passaram a atuar no monitoramento de manifestações, xingamentos e possíveis ofensas contra o petista em agendas públicas.
Agentes da Diretoria de Proteção à Pessoa registram protestos próximos aos eventos e instauram inquéritos para apurar supostos crimes contra a honra do presidente.
A medida reacende o debate sobre liberdade de expressão no Brasil. Críticos apontam que o governo estaria usando a máquina do Estado para intimidar opositores e transformar críticas políticas em caso de polícia.
O avanço desse tipo de investigação ocorre em um momento de forte desgaste do governo, com Lula sendo alvo de vaias, protestos e hostilidades em diferentes regiões do país. Para opositores, monitorar cidadãos que criticam o presidente é um sinal preocupante de criminalização da opinião.
