O plano de segurança apresentado por Lula em 2026 resgata propostas que já apareciam no debate eleitoral de 2002.
Naquela época, segurança pública foi tratada como uma das grandes prioridades. Anos depois, levantamentos mostraram que parte relevante das propostas continuava sem execução completa. Agora, temas como integração das forças, policiamento de proximidade, fortalecimento do SUSP e uma estrutura federal própria para a segurança voltam ao centro do programa.
Depois de 24 anos, a cobrança é inevitável: se muitas dessas ideias já estavam no papel desde 2002, por que continuam sendo apresentadas como solução para problemas que atravessaram sucessivos governos?
A repetição dessas propostas coloca o histórico de execução no centro do debate. Depois de mais de duas décadas, a questão já não é apenas o que Lula promete fazer na segurança pública, mas por que medidas anunciadas no passado ainda precisam ser prometidas novamente em 2026.
