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Vergonha para MS: Prisão do vereador Jeovani Vieira é questão de justiça

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A Necessidade da Prisão do Presidente da UCVMS: Um Caso que Mancha a Política de MS

A condenação do ex-presidente da União das Câmaras de Vereadores de Mato Grosso do Sul (UCVMS), Jeovani Vieira dos Santos (PSDB), expõe um escândalo de corrupção que coloca em xeque a integridade da entidade e reforça a necessidade de justiça contra figuras que usam o cargo público para se beneficiar ilegalmente. O caso de Jeovani, que foi sentenciado a 15 anos de prisão por ser funcionário fantasma, é um alerta para a urgência da prisão do atual presidente da UCVMS, cuja permanência no cargo se torna insustentável diante do histórico da instituição.

A decisão do juiz Hugo Daniel Lazarini, da 1ª Vara Federal de Naviraí, deixa claro o abuso cometido por Jeovani ao apropriar-se de salários pagos pelo Ministério da Saúde enquanto se dedicava exclusivamente à entidade. Durante três anos, entre 2013 e 2015, o vereador não comparecia ao trabalho, falsificava folhas de frequência e ainda contava com a conivência do então secretário municipal de Saúde, Geberson Alves dos Santos, que também foi condenado a 11 anos de prisão. Ambos foram responsabilizados pelo desvio de R$ 218,5 mil dos cofres da União, evidenciando um esquema que não poderia passar impune.

Esse escândalo mancha não apenas a imagem da UCVMS, mas também a política sul-mato-grossense. A entidade, que deveria representar os interesses dos vereadores e fortalecer a democracia local, tornou-se palco de corrupção e impunidade. É inadmissível que uma figura condenada continue exercendo funções públicas e influenciando decisões políticas, principalmente em uma instituição tão relevante.

A permanência do atual presidente da UCVMS em seu cargo apenas reforça a necessidade de uma resposta rápida e enérgica da justiça. Se a condenação de Jeovani Vieira dos Santos já demonstrou o impacto de seus atos, a continuidade da investigação e eventual prisão de outras figuras envolvidas são fundamentais para restaurar a credibilidade da instituição. A política do estado não pode mais ser marcada por casos de corrupção que se perpetuam sem punição exemplar.

Diante dos fatos, é imperativo que as autoridades não apenas executem a pena imposta a Jeovani, mas também avancem nas investigações para garantir que todos os responsáveis sejam devidamente punidos. O povo sul-mato-grossense merece uma política transparente, ética e livre de figuras que utilizam cargos públicos como trampolim para enriquecer de forma ilícita. A prisão do atual presidente da UCVMS, diante das evidências e do histórico de corrupção da entidade, não é apenas necessária — é urgente.